sábado, 26 de novembro de 2011

Exemplo de projetos social esportivo


O Projeto Surf na Escola é uma iniciativa inovadora que busca a cidadania e a inclusão social através do surf.

Destinado às crianças da rede pública de ensino de Garopaba (SC), o projeto inclui aulas práticas e teóricas de surf, atividades lúdicas e recreacionais, além da prática de esportes de praia à todas as crianças interessadas, desde que matriculadas nas escolas do município.

A missão do projeto é através do esporte, tirar as crianças das drogas, do crime e dos perigos que o ócio proporciona às crianças moradoras do município.

Mais de 300 crianças da região são atendidas todas as terças e quintas-feiras, das 9 às 11 horas e das 14 às 16 horas, sempre em frente à Escola de Surf Vento Sul, que fica localizada à rua das Amendoeiras, 1555, Morrinhos, Garopaba (SC).

Paraolimpiadas incluindo deficientes


De alguns anos para cá, um assunto muito em pauta é a inclusão social. Diversos grupos e organizações lutam há tempos para conseguir incluir pessoas com necessidades especiais em todas as áreas da sociedade e o esporte não fica fora disso, sendo este um dos meios que traz mais benefícios e possibilidades para pessoas com deficiências.


Nos próximos anos, veremos cada vez mais os esportes adaptados, pois serão realizadas as Paraolimpíadas que é um meio muito amplo desta inclusão destacando diversas modalidades entre elas o atletismo, basquete, bocha, ciclismo, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, tênis de mesa, tênis, tiro esportivo, vela e vôlei.


As Paraolimpíadas são essenciais, inclusive para colocar o esporte na agenda das pessoas deficientes. O esporte é, acima de tudo, uma das melhores formas de inclusão.


Corrida de rua reúne mais de mil atletas no Benedito Bentes


A última etapa do Circuito Popular de Corridas de Rua de Maceió, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), reuniu mais de 1.300 atletas de todas as idades no último domingo (20), no bairro Benedito Bentes, onde os inscritos percorreram trajeto de 5 km, com largada e chegada na Praça Padre Cícero. Cristiano Gregório e Vera Lúcia Leite, que já trabalhou na extinta Cobel, campeões gerais no masculino e feminino, respectivamente, conquistaram a grande premiação da disputa: passagens de ída e volta para a tradicional Corrida de São Silvestre, em 31 de dezembro, em São Paulo.

A prova também teve, mais uma vez, seu viés social, já que mais de 1,6 mil quilos de alimentos foram arrecadados junto aos competidores - como pagamento da taxa de inscrição – que serão distribuídos à população mais carente do bairro no qual competiram.

Para o secretário Gustavo Toledo, o objetivo da Semel com a realização do Circuito foi alcançado: promover a inclusão social por meio do esporte. "Nós conseguimos reunir centenas de corredores de todas as idades, com o número de inscritos crescendo a cada etapa. Além disso, levamos a modalidade para os mais diversos bairros de Maceió, descentralizando nossas ações", comentou Toledo, sobre a competição também realizada no Village Campestre, Vergel do Lago, Pontal da Barra e Jacintinho.

Encerrada a quinta e última etapa, a Prefeitura de Maceió já trabalha para fortalecer ainda mais o circuito no ano que se aproxima, a fim de que a capital venha a ser palco de 12 provas em 2012, uma por mês.

"Conseguimos consolidar a corrida de rua em Maceió, disseminando a importância da regular a prática esportiva e melhorando a autoestima de pessoas que viviam consumidas pela ociosidade, quando não seduzidas pelo mundo das drogas", reforçou o secretário, destacando o papel ressocializador da competição, que também reuniu portadores de deficiência física



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

COPA DO MUNDO 2014 INCLUSÃO SOCIAL E SUSTENTABILIDADE


O principal legado que a Copa do Mundo de 2014 pode deixar ao Brasil é a oportunidade de unir inclusão social e sustentabilidade ambiental. O poder de mobilização do futebol no País pode ser utilizado para produzir mudanças de valores na sociedade, apostando na educação de crianças e adolescentes e induzindo a aceleração de processos sustentáveis nas áreas de resíduos, mudanças climática e valorização da biodiversidade.

Atletas pela Cidadania debate proposta de legado com ministro Aldo Rebelo


São Paulo – A organização Atletas pela Cidadania se reuniu com o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, nesta semana, em São Paulo, para apresentar as suas propostas para o legado social que megaeventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 podem deixar para o País.

Representada por 20 de seus associados – Ana Moser, Raí Oliveira, Gustavo Borges, Magic Paula, Patrícia Medrado, Hortencia, Henrique Guimarães, Rogério Sampaio, Carmem Oliveira, Ricardo Vidal, Vanessa Menga, Pipoka e Zett, entre outros – além da sua diretora executiva Daniela Castro, a Atletas apresentou suas metas relacionadas ao aumento da prática da atividade física e do esporte de qualidade nas escolas.

O ministro demonstrou interesse nos objetivos da organização e se comprometeu a recebê-la mais uma vez, ainda este ano, para alinhar as metas e as expectativas do grupo às ações do governo federal. O resultado desses encontros deve ser apresentado para a presidenta Dilma Roussef em reunião com a Atletas. Em linhas gerais, as ações visam à promoção da transformação social pelo esporte, aproveitando os eventos globais que o país sediará nos próximos anos.

As principais metas são dobrar a freqüência de atividade física nas cidades sede da Copa entre 2014 e 2016 e de toda a população do país até 2022; e garantir a prática regular do esporte de qualidade em 80% das escolas públicas das cidades sedes da Copa do Mundo entre 2014 e 2016 e em 100% das escolas de todo o país até 2022.

Atletas pela Cidadania - A Atletas pela Cidadania é uma ação pioneira no mundo, que soma a imagem da vitória, o talento e o engajamento de atletas brasileiros, de diversas gerações e modalidades esportivas, em prol de uma causa comum. A organização sem fins lucrativos é composta por atletas, ex-atletas e outras importantes figuras da comunidade esportiva. Este grupo uniu esforços para chamar a atenção e mobilizar os cidadãos no apoio às causas sociais de relevância nacional, em projetos que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. [www.atletaspelacidadania.org.br].


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

FUTEBOL EM BARES INTERAGINDO TORCEDORES


Todo torcedor de futebol que se preze, tem um boteco de estimação, onde assiste os jogos do clube do coração. Quem frequenta esse ambiente, sabe como há situações peculiares, e interessantes, próprias do lugar.
Pensando nisto, o antropólogo Édison Gastaldo, no artigo aqui exposto, analisou como se davam as interações sociais em bares de Porto Alegre, onde eram transmitidas as partidas de futebol. Segundo o estudioso, partiu-se neste estudo da idéia de sociabilidade(entendida como um jogo da vida social), através da qual os indivíduos interagem, mas de forma lúdica: o autor busca no seu estudo, analisar como ela se dá no ambiente de bares, onde são transmitidas partidas de futebol, e onde predominam relações sociais do gênero masculino(já que no seu campo de estudo, estes ambientes eram frequentados sobretudo por homens). 
A participação em jogos e desafios seria um traço característico do papel de gênero masculino nas mais diversas culturas. No universo do futebol, nos bares, essa relação se traduziria numa “ relação jocosa futebolística”, onde existe uma espécie de regra que permite a “tiração de sarro” mútua entre, por exemplo, indivíduos de agremiações diferentes e até rivais, sem contudo ultrapassar o terreno da brincadeira. O futebol figuraria assim, para o povo brasileiro, como um espaço rico de interação social e sociabilidade masculina. Os torcedores geralmente se organizariam nesses bares em mesas, tendo como foco central a televisão. Esses torcedores manifestariam seu clubismo com roupas e acessórios, valendo a regra de que todo o fato ocorrido durante a partida seria interpretada pelo "código da rivalidade clubística", e dessa forma, estando o torcedor sujeito aos fatos do jogo. “Estar no bar”, significa desta forma, "coisa de homem mais 'homem' " já que se expõem desta forma a suportar uma possível zombaria; diferente idéia se faz do sujeito que “fica em casa” ( um lugar feminino que remete á proteção).  Durante o jogo seriam comuns os desafios verbais entre os torcedores, através de comentário no bar, seguindo o que se passa na partida. Nesses comentários são comuns as desqualificações do sujeito alcoólatra(ex, o jogador "manguaça"), efeminado(bicha), pois seriam modelos distantes do ideal do “macho”. Seriam também comuns provocações verbais, ou mesmo dramatizadas entre rivais torcedores (ex. colocar o ventilador em frente a TV para “secar” o adversário),mas sempre dentro do limite da interação jocosa, num terreno onde apesar de "não dito" se aceita um nível de "tiração de sarro" mútua, sem atingir o self do outro indivíduo.

GASTALDO, Édison. “O Complô da torcida”: Futebol e Performance masculina em bares.

Link do artigo na íntegra:

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-71832005000200006&script=sci_arttext


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O novo desafio!

Heranças e desafios para o novo decênio
Por Carolina Octaviano e Luciana Noronha
10/10/2011
No dia 15 de dezembro do ano passado, foi apresentado pelo governo federal ao Congresso Nacional o projeto de lei que estipula o novo Plano Nacional de Educação (PNE), para vigorar no período entre 2011 e 2020 e que deverá nortear o caminho que a educação nacional deve seguir durante esse tempo. Esse plano lista 10 diretrizes e 20 metas, e quase três mil emendas já foram apresentadas no Congresso, na tentativa de aprimorá-lo. Uma parcela expressiva das 2.915 emendas apresentadas é oriunda da militância educativa no âmbito da sociedade civil. “A prioridade é assumida como uma política de governo, e nós estamos discutindo planos nacionais, ou realmente nada acontece (se não houver essa discussão). Eu faço parte de um grupo que acredita que a gente faz planos nacionais, estaduais e municipais exatamente em defesa ou incentivando a mobilização popular. Se não existir isso, não vai haver retorno”, afirma Lisete Arelaro, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).
O PNE atual pode ser considerado mais enxuto e conciso do que o anterior, que foi aprovado em janeiro de 2001 e que traçava metas a serem alcançadas até 2010. À primeira vista, pode-se ter a impressão de que o atual plano tenha avançado em relação àquele, o que, na visão de Demerval Saviani, filósofo e professor da Faculdade de Educação Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é um equívoco. “Numa observação mais atenta, verificamos que esse enxugamento é apenas aparente porque, de fato, as 20 metas se desdobram em 170 estratégias que operam como submetas específicas em relação às 20 metas de caráter geral”, explicita. O plano anterior, para 2001-2010, tinha 295 metas.
De acordo com Saviani, ao se traçar um comparativo entre os dois planos, a redução das metas pode ser considerada um reflexo do plano anterior, que, apesar de operar com mais metas, acabou se concentrando em uma parte delas. “O foco (do atual) está posto em 20 metas centrais, ficando em segundo plano seu desdobramento em estratégias ou metas específicas. Mas essa observação é igualmente apenas aparente, pois no plano anterior nós também tínhamos o foco posto nos grandes setores da educação que, ao fim e ao cabo, correspondem às 20 metas gerais do projeto atual”, explica. Deve-se salientar que as metas do plano da década passada eram distribuídas por onze setores distintos: educação infantil; ensino fundamental; ensino médio; educação superior; educação de jovens e adultos; educação a distância e tecnologia educacional; educação tecnológica e formação profissional; educação especial; educação indígena; magistério de educação básica; e financiamento e gestão.
O projeto do novo plano desdobra-se da seguinte forma: meta 1, voltada para a educação infantil; metas 2 e 5, para o ensino fundamental; meta 3, para o ensino médio; meta 4, para a educação especial; meta 6, para a organização do espaço-tempo da educação básica; meta 7, para a avaliação da educação básica; metas 8, 9 e 10, para a educação de jovens e adultos; meta 11, para a educação profissional; metas 12, 13 e 14, para a educação superior; metas 15, 16, 17 e 18, para o magistério e servidores da educação básica; meta 19, para diretores de escola; e meta 20, para o investimento em educação. “Na verdade, as vinte metas do novo plano giram em torno desses setores, funcionando as estratégias como metas específicas equivalentes àquelas em que se desdobram os onze setores referidos (no plano anterior)”, aponta Saviani. Sobre as reduções de meta, o professor da Unicamp explica que “certo enxugamento, embora relativo, não deixou de existir e consistiu basicamente na exclusão das considerações relativas ao diagnóstico e às diretrizes de cada setor, que integravam o plano anterior, e na redução do número global de metas de 295 para 190”.
Na opinião de Luiz Fernandes Dourado, professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) que coordenou o processo do PNE 2001-2010, embora o antigo plano tenha apresentado algumas metas de amplo alcance, indicando grandes desafios para a melhoria da educação nacional, ele acabou se configurando como um plano formal, em que mecanismos concretos de financiamento estavam ausentes, deixando explícito que essa questão não pode ser ignorada no novo PNE. “Outro aspecto a ser realçado refere-se à dinâmica global de planejamento adotado pelo governo, onde não se efetivou a organicidade orçamentária para dar concretude às metas do PNE, na medida em que o Plano não foi levado em conta no processo de elaboração do Plano Plurianual e de suas revisões. Esse cenário é revelador de um dos grandes limites estruturais do PNE”, contextualiza.
“Entendendo a educação como campo de disputa, é necessário sinalizar ainda alguns limites estruturais do PNE, especialmente no financiamento e gestão da educação nacional, traduzidos pelo tensionamento entre a dinâmica política e a organizativa da educação, o plano e os vetos, a proposição e a materialização de algumas políticas”, aponta Dourado. Para o professor da UFG, o redimensionamento dos recursos, por meio da criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e da otimização da relação entre os entes federados, estabelecendo política de vinculação do financiamento para toda a educação básica e a ampliação da escolarização obrigatória no país, por meio da Emenda Constitucional nº 59/2009, que ampliou a educação básica obrigatória e gratuita dos quatro aos dezessete anos de idade são heranças importantes para o novo plano.
Já Saviani, da Unicamp, acredita que a ausência de diagnósticos é um dos pontos que torna o novo projeto frágil, porque a caracterização da situação, com seus limites e carências, fornece a base e a justificativa para o enunciado das metas que compõem o plano a ser executado. “Sem o diagnóstico, várias das metas resultam arbitrárias, não se entendendo, por exemplo, por que se pretende ‘elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional’, como o enuncia a meta de número 9. O diagnóstico nos permitiria entender a razão desses números”, exemplifica.
Segundo Dourado, da UFG, o PNE 2001-2010 envolveu o embate entre a sociedade civil brasileira e a proposta defendida pelo executivo federal, e é preciso que haja isso na proposição atual. “(O plano) tem se efetivado por meio da realização de audiências públicas, seminários, debates, entre outros. Nesse processo, merece ser ressaltada a efetiva participação e articulação entre as entidades da sociedade civil organizada, particularmente, dos setores acadêmicos e sindicais ligados à área de educação”, observa. Ele acredita que as diversas discussões sobre o plano, a participação das entidades da área e o grande número de emendas enviadas são indicadores de que a sociedade quer participar e intervir.
“O momento histórico (da aprovação do plano anterior) obviamente era outro e, como tal, tinha uma mobilização disponível, das entidades e dos professores, e portanto, nós chegamos ao processo de elaboração de um plano que eu diria, dado o tamanho do nosso país, relativamente participativo. O que aconteceu agora, do ponto de vista de mobilização estadual e municipal, foi maior, não há dúvida. No entanto, nós estamos vivendo um descompasso entre aquilo que foi discutido no Brasil e aquilo que foi escolhido pelo governo como um plano a ser apresentado”, complementa Arealo, da USP.
Tanto o PNE 2001-2010, quanto o PNE 2011-2020 apresentam metas, estratégias e diretrizes voltadas para a busca da superação das desigualdades entre as várias regiões brasileiras, além de sinalizações referentes à garantia da articulação de políticas nacionais e as especificidades locais. Contudo, apesar dessas indicações, as assimetrias regionais não encontram espaço nas políticas, nos programas e nas ações, do ponto de vista de Dourado, da UFG, “dado os limites da relação, ainda patrimonial, entre os entes federados e a centralidade conferida às políticas nacionais, nem sempre consonantes às demandas e especificidades regionais e locais”.
Dourado recorda como foi o processo de avaliação do último PNE, do qual ele participou ativamente e teve um papel de destaque, e avalia que essa experiência adquirida anteriormente pelo outro plano pode servir como exemplo prático para a efetivação do novo. “Esse processo avaliativo concluiu, entre outras coisas, que o PNE foi negligenciado como referência para as políticas educacionais e que não se efetivou no âmbito de estados e municípios, por meio de planos estaduais e municipais consequentes”, aponta. Ele conta que, em nível federal, o Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação (PNDE), executado pelo Ministério da Educação (MEC), serviu como base para o planejamento e a gestão das políticas.


  Essa nota foi puplicada atravez de um site de revista COM CIÊNCIA- SBPC/Labjor REVISTA ELETRÔNICA DE JORNALISMO CIENTÍFICO

sábado, 22 de outubro de 2011

Ministro do Esporte comanda desvio de verba que iria para crianças carentes, diz revista


O ministro do Esporte, Orlando Silva, é o mentor e principal beneficiário de um esquema de corrupção que pode ter desviado mais de R$ 40 milhões de um programa que beneficiaria crianças carentes em todo o Brasil, afirma a revista Veja em sua edição desta semana.
Segundo a publicação, que entrevistou um militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) preso no ano passado por suposta participação no esquema, Silva chegou a receber, em uma garagem de Brasília (DF), dinheiro vivo desviado do programa Segundo Tempo - que incentiva a prática de esporte entre crianças pobres.
O esquema, segundo a Veja, ocorre há pelo menos oito anos e envolve ONGs que, em troca do dinheiro recebido do governo, seriam obrigadas a passar parte dos valores ao PCdoB, que utilizaria a verba irregular em suas campanhas eleitorais.
As revelações feitas pela revista têm como base a entrevista do militante do PCdoB e policial militar João Dias Ferreira, que foi preso pela Polícia Federal no ano passado e controlava duas das associações que recebiam recursos federais.
Segundo Ferreira, as ONGs beneficiadas pelo programa Segundo Tempo só recebiam os recursos se repassassem uma "comissão" de até 20% a representantes do partido do ministro do Esporte.
Questionado por Veja, o policial militar disse que soube, por meio de um dos participantes do esquema, que o próprio Silva recebeu - quando ainda era secretário executivo do Ministério do Esporte - parte dos recursos desviados, em dinheiro vivo. Os valores teriam sido utilizados na campanha presidencial de 2006.
- Por um dos operadores do esquema, eu soube na ocasião que o ministro recebia o dinheiro na garagem [do Ministério do Esporte].
Na entrevista, Ferreira diz que o desvio de dinheiro destinado a crianças carentes começou quando Agnelo Queiroz, atual governador do Distrito Federal, era ministro do Esporte. Segundo Veja, a Polícia Federal descobriu que parte da verba seguia para entidades ligadas ao político.
Célio Soares Pereira, que segundo a revista era "uma espécie de faz-tudo, de motorista a mensageiro", seria o responsável por controlar a arrecadação junto às ONGs e repassar o dinheiro ao PCdoB.
Pereira diz a Veja que, além da ocasião em que repassou dinheiro ao atual ministro do Esporte, esteve "pelo menos outras quatro vezes na garagem do ministério para levar dinheiro".
- Nessas vezes, o dinheiro foi entregue a outras pessoas. Uma delas era o motorista do ministro.
O "faz tudo" diz a Veja que, em 2008, entregou pessoalmente a Silva, dentro de uma caixa de papelão, maços de dinheiro desviado.
- Eu recolhi o dinheiro com representantes de quatro entidades aqui do Distrito Federal que recebiam verba do Segundo Tempo e entreguei ao ministro, dentro da garagem, numa caixa de papelão. Eram maços de R$ 50 e R$ 100.



INFELIZMENTE ATE EM PROJETOS SOCIAIS DE ESPORTE PARA CRIANÇAS CARENTES ESTES POLITICOS CORRUPTOS NÃO TEM VERGONHA DE METEREM A MÃO.


Psicologia do Esporte em projetos sociais


A Psicologia do Esporte é um campo de atuação da Ed. Física que, talvez seja menos conhecido do que os demais. Este campo de atuação tem grande presença em projetos sociais.
O psicólogo do esporte que atua em projetos sociais tem características muito peculiares, que o diferem do profissional de Ed. Física que trabalha com performance, ou diretamente com atividades esportivas. Há uma diferença entre eles na visão sobre o que é o esporte.
Existem inúmeros projetos sociais que atuam com crianças e jovens de baixa renda e que tem como instrumento o esporte. Mas quais são os objetivos desses projetos ao trabalhar com esporte?

Com certeza o objetivo de muitos desses projetos não é revelar talentos esportivos, então resta mais uma pergunta: O que faz um psicólogo de esporte num projeto como esse se o objetivo não é desenvolver atletas?
Os projetos sociais, em sua maioria, têm como objetivo trabalho com enfoque no desenvolvimento da Educação e cidadania, e o esporte é um poderoso instrumento para esse trabalho. Através de atividades coletivas pode-se desenvolver o espírito de equipe e o respeito aos limites, tanto de si quanto dos outros.
Com esportes individuais, como o atletismo, não é diferente. Podemos desenvolver a percepção das regras, o respeito para com os outros, o conhecimento de suas capacidades corporais e intelectuais. Ou seja, o esporte é capaz de desenvolver não só o físico, mas também as capacidades afetivas, cognitivas e cívicas.
É possível desenvolver capacidades afetivas, pois, através do esporte podemos ajudar as crianças a entender as vitórias e aprender com as frustrações. Cognitivas, pois se pode desenvolver o raciocínio lógico quando a criança começa a perceber, pelo próprio corpo, os batimentos cardíacos, o tempo desenvolvido numa corrida, o cansaço o descanso e as relações que há entre esses elementos. O raciocínio abstrato também é desenvolvido quando a criança pode perceber uma relação entre espaço percorrido, tempo, e intensidade do exercício.
Também é possível desenvolverem-se capacidades Cívicas, pois não há esportes sem regras, e assimilar a função das regras é entender o porquê delas existirem, possibilitar que o convívio seja harmonioso e construtivo também é possível entender que praticar um esporte não é eliminar um ao outro, mas participar de uma atividade prazerosa e partilhar uma linguagem comum aos seus praticantes, respeitar as diferenças e entender os semelhantes.
O esporte é um rico meio de desenvolver um projeto educacional, e o psicólogo do esporte é quem vai articular todas as três capacidades tornando significativa a prática esportiva para que esse projeto se realize.
Através de modificações de regras, criação e elaboração de jogos cooperativos, re-significações e discussões de situações de perdas ou ganhos o psicólogo do esporte, juntamente de uma equipe multidisciplinar, na qual necessariamente estarão presentes um pedagogo e um educador físico, torna o esporte um instrumento de apoio para a educação.
Existem muitos Projetos Sociais que atuam através do esporte, fica nesse post um apelo: não deixem de ajuda-los, todos que através do esporte, lutam para diminuir (seria melhor dizer, extinguir) a violência a que são submetidas muitas de nossas crianças, lutam para que essas crianças não venham a ser adultos violentos, lutam para que através do esporte e pela Educação desenvolva-se o respeito por todos aqueles que nos cercam.
E não devemos esquecer também que o esporte pode ser uma profissão, e tornar essa condição possível é aumentar o repertório de escolhas dessa criança.

Projetos sociais no esporte


O esporte oferece oportunidades de desenvolvimento e integração social para todos os cidadãos, buscando fortalecer a cultura de solidariedade entre os membros de nossa sociedade. Esses projetos tem como objetivo desenvolver programas utilizando o esporte como estratégia de desenvolvimento pessoal, educacional e social de crianças e adolescentes, buscando sua plena inclusão social.


sábado, 15 de outubro de 2011

Integração social do idoso


Muitos consideram que a velhice é um período de decadência física e mental. É um conceito equivocado, pois muitos cidadãos que chegam aos 65 anos, já que esta é a idade oficializada pela Organização das Nações Unidas, como limite entre fase adulta e velhice, ainda são completamente independentes e produtivos. Acreditamos na decadência sim, mas da sociedade que perde, não dando valor ou criando espaços adequados para as necessidades de nossos idosos. A população idosa, em nosso país, cresce a cada dia e com ela as dificuldades e as necessidades de adequar soluções eficientes, junto aos órgãos públicos, com o objetivo de tornar digna a vida de nossos idosos, Portanto a educação física tem um grande papel na integração do idoso na sociedade tornando a vida deles mais feliz, divertida, prazerosa e saudável seja através da atividade física, do esporte, da dança etc.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Interação e inclusão nas aulas de educação fisica


A incusão está cada vez mais presente na sociedade. e na aula de educação fisica não é diferente. hoje precisa-se de pessoas com métodos educativos especiais nas escolas regulares tanto públicas, quanto particulares, isso pra que o mito de que o ser deficiente é diferente deixe de existir.
       Na área da educação fisica é mais dificil haver uma interção entre os alunos especiais, porque a maioria dos professores não têm preparo, ou muitas vezes se nega a mudar a realidade das aulas de EDF nas escolas atualmente, e o aluno especial não tem a mesma capacidade que os outros, ele não pode simplesmente pegar uma bola e brincar ele necessita de uma atenção a mais não só na aula de EDF mais em todas as aulas, então é preciso que os futuros professores de educação fisica tenham idéias e interesse em mudar essa realidade, para que a inclusão também chegue nas aulas de EDF de todas as escolas do Brasil.



sábado, 8 de outubro de 2011

Integração social do deficiênte físico

Incluir quer dizer fazer parte, inserir, introduzir. Inclusão é o ato ou efeito de incluir. Assim, a inclusão social das pessoas com deficiências significa torná-las participantes da vida social, econômica e política, assegurando o respeito aos seus direitos no âmbito da Sociedade, do Estado e do Poder Público. A inclusão é um processo que acontece gradualmente, com avanços e retrocessos isto porque os seres humanos são de natureza complexa e com heranças antigas, têm preconceitos e diversas maneiras de entender o mundo. Assim sendo, torna-se difícil terminar com a exclusão e mesmo existindo leis contra a mesma.

As sociedades antepassadas não aceitavam a deficiência, provocando uma exclusão quase total das pessoas portadoras desta. As famílias chegavam mesmo a escondê-las da convivência com outros, isolando-as do mundo. Felizmente, o mundo desenvolveu levando a uma maior aceitação da deficiência devido ao aparecimento de novos pensamentos e mentalidades.
Assim a sociedade aprendeu a ser mais inclusiva, compreensiva e solidária com a deficiência.



A Educação Física tem muito a oferecer às pessoas portadoras de diversos tipos de deficiência, nas mais variadas formas de atividade. A Educação Física vem produzindo uma mudança gradativa na maneira de tratar e encarar o portador de deficiência para o qual a atividade física pode significar melhores condições de vida e maior inserção social.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

crianças no ambiente social!


 Em todo o seu desenvolvimento psiquico social, a criança tem por finalidade se expressar no ambiente escolar. Na hora das atividades físicas, elas geralmente tentam se socializar, pois a brincadeira faz com que esses indivíduos possam se interagir. Ao decorrer dos anos, a criança aprende diverssas maneiras de agir perante a sociedade.
 Nas brincadeiras de roda, sempre deveram ter contatos com as mãos, um segurando na mão do outro, nas corridas coletivas, sempre deveram torce pelo outro, etc.
 Sempre a Educação Física ajuda nessa socialização.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

socialização entre as pessoas!

Ao fazermos exercícios físicos também nos relacionamos com as outras pessoas. Isso ocorre devido a obrigatoriedade que o indivíduo se vê em relação a sociedade de se integrar ao meio, passando assim a se socializar.